Noite quente, olhos verdes e um bolso furado.
De poucos centavos, um abraço apertado. Uma voz que não se cala. De copos que não se esvaziam. De uma camisa difícil de agradar, que num sorriso tímido foi fácil me ganhar.
Essa pele branca que me encanta como melodias ao relento. Que num segundo acontecem coisas que não lembro.
Essa nova ordem, talvéz vermelho num espelho.
